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EMERSON MONTEIRO: VALENTIA X COVARDIA NESTES TEMPOS DE CORONAVÍRUS

EMERSON MONTEIRO

“Quando a medicina deixou de ser arte.
Assisto perplexa os que lavam as mãos no meio de tantas mortes. Sintomáticos, pois não temos evidências científicas robustas!
Ah, mas estudos observacionais não servem.
Aí sai uma estudo de quatro universidades da França feito com quase 4000 pacientes em 4 universidades e há os que querem desmoralizar um cientista sem olhar suas publicações científicas e ver quem ele é. Uma autor com mais de 155 mil citações e H=178.
Um autor que há nove anos estuda coronavírus com mais de 20 mil vírus respiratórios catalogados.
E quem o desmerece tem quantas publicações mesmo?
Aí penso, eles poderiam mentir tudo. Mas uma coisa há que chama a atenção: 18% de letalidade em toda a França pela doença e nos locais do tratamento precoce 0,5%.
Vi a colega Vânia Brilhante infectologista do serviço da Unimed de Belém mostrando os números e depois escuto um áudio de um colega a esculachando…
Vi o colega médico e prefeito de Porto Feliz que fez o protocolo precoce e os excelentes números da cidade e os colegas dizem, mentira, isso não basta!
Vi o Pedro Batista da Prevent vir contar feliz como baixaram a alta letalidade em um serviço que tem 60 hospitais próprios com 500.000 vidas com média de 68 anos o sucesso do protocolo precoce ser ridicularizado e inclusive ter o estudo proibido de publicar pelo Conep, que hoje é controlado pelo Conselho Nacional de Saúde, onde tem tudo, menos médicos. Além da turma do quanto pior melhor.
Mas vejo muitos lavando as mãos e seguindo formadores de opinião que também lavaram as mãos.

Vejo quem não conhece as medicações em voga falar sobre os perigos da mesma repetindo a imprensa e baseado em dois artigos que usaram superdoses.
Uma medicação que eu conheço bem há 15 anos e que nunca me trouxe problemas na prática clínica.

Os reumatologistas também assistem abismados à histeria com o remédio. Dá dó dos pacientes que tomaram a vida toda sem problemas. Quanta desinformação no ar.

Vejo colegas com medo de serem processados. Acho interessante não terem medo de serem processados ao passar apenas sintomáticos… Ou antibióticos para um vírus.
Sinceramente não entendo o que mais os colegas querem, o que mais precisam? O CRM deu toda a autonomia para os médicos.

Ele pode prescrever livremente, o protocolo do MS protege o médico, a situação de emergência.

Fico me perguntando, quantas vezes os colegas prescreveram algo porque o representante de laboratório lhes apresentou… Duvido que tiveram o mesmo critério de exigência do que em uma pandemia.

Cuidado colegas, a covardia e a isenção em tempos de pandemia pode custar muito caro.

Eu prescrevo a todos os pacientes, prefiro errar correndo o risco de acertar do que ser omissa. Ivermectina, Hidroxicloroquina e Cloroquina na dose certa, Azitromicina, Zinco, Vitamina D nunca mataram paciente.
A arritmia pelas drogas por aumento do intervalo QT é raríssima e já há estudo mostrando a segurança das associações.

Deixo aqui os números da Unimed de Belém.
E espero que os colegas lembrem que menos de 10% das condutas médicas são baseadas em evidências nível A.
E no meio de uma guerra, pedra é arma.
Sejam valentes, não há o que temer.”

“No inferno os lugares mais quentes são reservados àqueles que escolheram a neutralidade em tempo de crise.”(Dante Alighieri)

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