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100 DIAS SE PASSARAM SEM QUE ASSASSINATO DE JOÃO DO POVO SEJA ELUCIDADO

Se as investigações para elucidação do assassinato do prefeito João Gregório Neto vinham numa lentidão de revoltar familiares, amigos e ao povo da cidade de Granjeiro, agora com a crise do Coronavírus praticamente parou.

Na última quarta-feira, dia primeiro de abril, completou 100 dias de seu brutal e covarde assassinato e a cidade em prantos continua a cobrar da Secretaria de Segurança Pública, na pessoa de seu secretário André Costa, a pronta resposta.

De tanto se sentir impotente a população grajeirense produziu uma mídia e fez circular nas redes sociais, onde cobram justiça. “100 dias sem respostas, justiça. O Granjeiro, o Ceará, o país quer saber, quem mandou matar, quem matou, quem são os envolvidos“, diz a publicação.

Este crime ocorreu na manhã da vésperas do natal, dia 24 de dezembro de 2019, segundo moradores da cidade, um carro com suspeitos foi visto se aproximando do gestor municipal. Logo depois, foram ouvidos pelo menos três disparos. João foi atingido nas costas.

Moradores tentaram socorrer o prefeito, mas quando chegaram próximo ao local ele já estava morto. A autoria e a motivação da morte ainda não foram confirmadas pela polícia. De acordo com uma fonte da polícia, o carro utilizado pelos criminosos foi flagrado por uma câmera de segurança.

Secretário de Segurança André Costa sem respostas para o crime contra a vida do prefeito João do Povo

A Secretaria de Segurança Pública do Ceará (SSPDS) diz que a principal hipótese é de crime com motivação política e até o momento três pessoas foram presas suspeitas do crime, um deles é José Plácido, tio do atual prefeito de Granjeiro, Ticiano Tomé, que era vice de Gregório. A prisão dele ocorreu em Maracanaú, acusado de orientar testemunhas do caso que investiga o assassinato.

José Plácido também é proprietário de um dos veículos usados no crime, uma picape. Em depoimento à polícia, ele disse que emprestou o veículo ao sobrinho e ao irmão (o pai de Ticiano Tomé).
Ticiano também é suspeito de envolvimento no homicídio, assim como o pai dele, Vicente Félix de Souza. Vicente passou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica.

Houve prisão também no estado do Piauí. Com o material apreendido durante as primeiras etapas da apuração, como computadores e celulares, novas fases poderão ser deflagradas.

A Polícia Civil informou ainda que há outros nomes suspeitos de participação no crime identificados e os investigadores estão tentando localizá-los e prendê-los. Os responsáveis pelo caso destacam que o trabalho é complexo, pois envolve diligências em outros estados.

Do jeito que as apurações sobre este crime andam a passos de tartarugas é capaz do prefeito Ticiano Tomé se candidatar a reeleição nas próximas eleições municipais e com a força da máquina pública municipal conseguir a renovação do mandato às custas dos incautos eleitores granjeirenses. O governador Camilo Santana não poderá concluir seu mandato sem uma pronta resposta para este rumoroso caso. O pacato povo desta cidade caririense merece essa de seu governador.


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