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SECRETÁRIA DE SAÚDE DE BARBALHA VÍTIMA DE TRATAMENTO POUCO RECOMENDÁVEL

Vereadores da oposição na cidade de Barbalha que não se tocaram que a eleição municipal passada acabou, resolveram permanecer em palanque na tentativa de mostrarem serviço ao governador Camilo Santana que não está nem ai para o que possa ou não acontecer naquela cidade, pois que tem a magnitude de sacar que Barbalha não é o centro do mundo, muito menos o umbigo do Ceará.

Os edis barbalhenses que vivem em campanha 24 horas por dia, agora cismaram de trazer para este ciclo vicioso, membros da administração daquela cidade que amanhem o dia e anoitecem, dando o sangue para bem servir ao povo citadino e ganhando muito aquém do que merecem. São uns abnegados. É por isso que muita gente boa hoje se nega a emprestar seus nomes às administrações públicas municipais para não passarem por estes constrangimentos.

É o que ora está a acontecer com a secretária municipal de Saúde, doutora Poliana Callou, uma senhora técnica em saúde pública, determinada, criteriosa e ciente de suas responsabilidades à frente desta importante Pasta. Bom ressaltar que Poliana e sua secretaria foram elogiadas mês passado pela Coordenadoria de Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria (Corac/ Sesa) da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará por seus excelentes desempenhos. Os vereadores oposicionistas estão querendo desautorizá-la nas suas atribuições funcionais, chegando ao cúmulo de convocá-la coercitivamente como se esta fosse uma”maria mole” que pode ser manejada para este ou para aquele outro lugar na hora que melhor lhes aprouver. Não é por ai e é justamente por isso que publicamos logo mais abaixo, Nota de como deve ser tratada uma mulher no desempenho de suas atividades laboriais:

“Diferente do que se imagina, não é preciso ser agredida fisicamente para estar em uma relação violenta.

Algumas palavras e atitudes podem ferir a autoestima de uma mulher tanto quanto.

E isso tem nome: violência psicológica. Esta é a forma mais subjetiva e, por isso, difícil de identificar.

Para romper esse silêncio, desde 1981 o movimento feminista comemora em 25 de novembro, o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher.

Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgados na última semana, uma em cada três mulheres é vítima de violência no mundo. E esta violência, de tão latente, chega a ser classificada entre: física, sexual, moral e psicológica.

Por ser subjetiva e, por isso, de difícil identificação, a violência psicológica, na maioria dos casos, é negligenciada até por quem sofre – por não conseguir perceber que ela vem mascarada pelo ciúmes, controle, humilhações, ironias e ofensas.”


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