Alessandro Silvério, Bruno Augusto e Sylvio Lourenço alegaram “motivos de foro íntimo” para deixar a defesa de Antonio Palocci. A saída ocorreu amigavelmente, sem traumas para nenhuma das partes. E o motivo é simples, segundo informa a Coluna Radar, da Veja Online.

O trio era responsável por representar o ex-ministro nos tribunais e não participava das tratativas para a delação.

Como as conversas com a Polícia Federal prosperaram substancialmente, Palocci, temporariamente, abriu mão de fazer sua defesa tradicional, estratégia comum de réus que pleiteiam benefícios por meio de acordos.

Ele não quer travar embates no Judiciário que possam prejudicar a oficialização de sua delação, pelo menos até que haja um desfecho das negociações.

Diante deste cenário, o trio de advogados, de certa maneira, ficou sem função e comunicou a Palocci que estava de saída.