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OPERAÇÃO LAVA JATO ATERRISSA NO CEARÁ

INFERNO ASTRAL

Presidente da República Michel Temer e presidente do Senado Eunício Oliveira
Presidente da República Michel Temer e presidente do Senado Eunício Oliveira

Depois que trancafiaram o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva na sede da Polícia Federal em Curitiba, no Paraná, a bruxa se soltou e o inferno astral de alguns políticos do MDB e PSDB aflorou. Os tucanos Aécio Neves, Beto Richa e Geraldo Alckmin são os que estão na mira da justiça, porém, observa-se que os problemas do primeiro são imensamente mais perigosos que os do segundo e terceiro por nós citados acima. Alckmin e Richa estão envolvidos em problemas eleitorais, enquanto Neves está enrolado até o pescoço com denúncias de corrupção na Lava Jato.

Os políticos do MDB mais lustrosos são o presidente da República Michel Temer e o presidente do Senado Eunício Oliveira. Temer e Eunício conseguiram se safar até hoje de maiores problemas, por gozarem de foro privilegiado, mas o aprofundamento das investigações estão acontecendo, tanto que nesta semana, não faltaram denúncias contra os dois políticos medebistas. O presidente está enrolado até o pescoço diante do  inquérito que investiga se ele, por meio de decreto, beneficiou empresas do setor portuário em troca de propinas. Está também enroscado com as atuações de dois amigos no esquema de propinas que são o advogado José Yunes, ex-assessor especial da Presidência da República, e João Baptista Lima Filho, ex-coronel da Polícia Militar de São Paulo. Sem falar no homem da mala, o deputado federal afastado Rodrigo Rocha Loure, que foi flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil oriundos de propina via donos da JBS e que todos afirmam que seria para o presidente Michel Temer.

Senador cearense Eunício Oliveira
Senador cearense Eunício Oliveira

Já Eunício Oliveira, anda às voltas com as delações do acionista do grupo Hypermarcas, do empresário João Alves de Queiroz Filho, o Júnior, que reforçou denúncias feitas contra o senador medebista em delação de Nelson Mello, ex-diretor da empresa. Em depoimento voluntário à Lava Jato, Júnior confirmou repasse irregular de R$ 5 milhões do grupo para a campanha de Eunício ao governo do Ceará em 2014. Isso tem implicado sobremaneira o senador Eunício que está em plena campanha para reeleição ao Senado da República. Para completar, ontem nas redes sociais viralizou um vídeo em que dois cidadãos brasileiros que se encontravam no mesmo hotel ou restaurante que Eunício nos Emirados Árabes, escracharam os políticos brasileiros e, em especial, a ele como presidente do Congresso Nacional. Foi constrangedora a situação.

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